Potássio do Brasil entrega EIA/Rima de projeto de silvinita no Amazonas

January 29, 2015

A mineradora Potássio do Brasil entregou o estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) referentes ao licenciamento ambiental de uma mina subterrânea para a exploração de silvinita no município de Autazes, a 112 quilômetros de Manaus (AM). O documento foi entregue ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).

 

“A semana foi encerrada com um importante fato para a economia do Amazonas”, disse Antonio Ademir Stroski, presidente do Ipaam. Segundo ele, foram entregues ao Ipaam oito volumes, sendo que em sete deles estão contidos o EIA e o Rima, além das versões digitais de cada um dos volumes.

A exploração de silvinita, que visa fomentar uma cadeia produtiva de fertilizantes à base de cloreto de potássio, para baratear o custo da produção agrícola no Amazonas, é uma atividade pioneira no licenciamento ambiental do Estado.

“O licenciamento de uma mina de exploração de silvinita é pioneiro no Amazonas, porém todos os cuidados estão sendo tomados pelos técnicos e dirigentes do instituto quanto a esta primeira experiência de licenciamento mineral deste gênero. Temos profundo zelo pelas questões ambientais e pela importância econômica do empreendimento que abre um novo mercado com reflexos diretos no setor primário”, afirmou Stroski.

Representando a Potássio do Brasil, estiveram presentes a coordenadora de Meio Ambiente da empresa, Lucélia Carneiro; o consultor da Golder Associates, Eduardo Chapadeiro, responsável pela elaboração do EIA/Rima; e o consultor Lúcio Rabelo, que representa a mineradora no Estado. Já pelo Ipaam, além do presidente Antonio Ademir Stroski, participaram da entrega o diretor técnico, José Carlos Monteiro de Souza, e o gerente de Projetos Especiais, Sérgio D'Oliveira.

A gerência de Projetos Especiais do Ipaam vai agora avaliar se o EIA/Rima está de acordo com o termo de referência que foi disponibilizado à Potássio do Brasil como roteiro obrigatório para a elaboração do estudo.

As jazidas descobertas, até o momento, pela Potássio do Brasil na Bacia do Amazonas estão situadas em profundidades que variam de 680 a 1.000 metros e apresentam teores médios de 33% a 40% de cloreto de potássio. No depósito de Autazes, as reservas geológicas já são superiores a 600 milhões de toneladas.

A mina em Autazes será a primeira mina de produção de cloreto de potássio no Amazonas e a segunda do Brasil, com previsão de produção anual de cerca de 2 milhões de toneladas, o que corresponde a cerca de 21% do consumo aparente do ano passado.

A Potássio do Brasil é uma subsidiária brasileira da Brazil Potash, com sede em Toronto, e controlada pelo grupo Forbes&Manhattan, um banco mercantil de capital privado especializado na criação de empresas de mineração que desenvolvem projetos em todo o mundo.

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