Exploração do projeto de zinco Aripuanã no MT avança

February 20, 2015

A Karmin Exploration publicou atualizações sobre o projeto de zinco Aripuanã, no Mato Grosso. A empresa disse que duas plataformas de sondagem realizaram 20 furos de sondagem adamantada no ano passado, com o total de 7.644 metros. A Votorantim Metais possui 70% do projeto por meio de uma joint venture com a Milpo e a Karmin possui os 30% restantes.

 

De acordo com informações do comunicado enviado ao mercado, a Karmin recebeu um relatório preparado pela Votorantim e pela Milpo, destacando os resultados de exploração e pesquisa de 2014. A Karmin disse que foi confirmada a continuação do depósito Arex em profundidade e extensão a oeste de uma grande falha geológica.

Resultados de exploração no site do projeto também apontaram que as empresas identificaram a continuidade da zona que conecta os depósitos Arex e Ambrex, que fazem parte do projeto Aripuanã. A Karmin disse que o processo de licenciamento ambiental está em andamento.

Para este ano, a mineradora disse que estão previstas a revisão do estudo interno prévio de viabilidade do projeto, incluindo novos resultados geológicos, audiências públicas e o começo de um estudo interno definitivo de viabilidade. Todas essas medidas dependem de aprovação no orçamento da empresa. A joint venture entre Votorantim Metais e Milpo é responsável por operar o projeto e por todas as despesas.

Durante o ano passado, os trabalhos de engenharia no projeto foram direcionados para estudos ambientais e apresentados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e de Sustentabilidade (Sema) do Mato Grosso. A Karmin disse que os trabalhos de engenharia, no momento, envolvem assuntos indígenas e estudos arqueológicos

Na semana passada, a Karmin informou que a Milpo adquiriu uma participação inicial de 7,7% da Votorantim no projeto Aripuanã. A Milpo também vai avançar de forma considerável o desenvolvimento do projeto de zinco, com planos para conduzir estudos adicionais de engenharia e geológico para atingir o nível necessário para o estudo de viabilidade dentro de um período estimado de 18 meses.

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