Empregos na área de mineração estão em baixa

July 10, 2015

Empregos para especialistas técnicos, na área de mineração, estão escassos por causa das oscilações no preço do minério de ferro e ao cenário econômico global, diz a empresa de recrutamento Talenses. As informações são de um levantamento realizado pelo portal G1 com dez empresas de recrutamento e seleção.

 

 

Essas empresas informaram, cada uma, até cinco cargos em alta e cinco em baixa atualmente. 

Junto ao cargo de especialistas em mineração, a Talenses também considerou em baixa os cargos de engenheiro civil, gerente de obra e gerente de incorporações no setor de construção; engenheiro de produção, manutenção e gerente de produção na área de Indústrias de transformação; e engenheiro de produção, manutenção e gerente de produção para montadoras automotivas.

Como ocupações que estão em alta atualmente a consultoria indicou, no ramo da engenharia, os cargos de engenheiro eólico e engenheiro de planejamento de recursos energéticos, devido a crise energética pela qual o país passa; e engenheiro, coordenador e gerente de segurança, saúde e meio ambiente, uma vez que as empresas buscam sustentabilidade e melhor eficiência.

O Grupo Hays também indicou que a saúde, segurança e meio ambiente, na área de engenharia, estão em alta, visto que as demandas estão atreladas às crises de energia e hídrica, tornando necessário um melhor aproveitamento dos recursos, além de seu correto tratamento.

O cargo de gerente de engenharia para novos projetos foi considerado em baixa pela Hays, que afirmou que o cenário de incertezas do ponto de vista político e econômico colaboram para que os projetos estejam em espera. A consultoria também colocou em baixa as posições comerciais e marketing no mercado de construção civil, óleo e gás, devido a um mercado mais retraído, com reflexos da economia nacional e restrição da política de crédito e escândalos políticos.

Segundo a consultoria Red, o cargo de engenheiro civil foi considerado em baixa atualmente, devido a queda constante na demanda e a maior dificuldade na liberação de crédito para o setor.

As áreas técnicas de engenharia não estão em crescimento e o investimento em novas tecnologias é menor do que em anos anteriores, de acordo com a consultoria Robert Half, que afirmou que o cargo de engenheiros de desenvolvimento de produto está em baixa.

As outras consultorias que participaram do levantamento foram a Gi Group, a Gouvêa de Souza, o Grupo Hays, a Michael Page, a Randstad, a RED, a Robert Half, a Stato e a Trabalhando.com. 

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