Cougar consegue R$ 2,7 Mi para projetos de lítio e grafite

 

 

A mineradora australiana tem projeto de lítio no Ceará e de grafite em Madagascar, que está em estágio mais avançado de exploração.

 

A Cougar Metals disse ontem que levantou 1,15 milhão de dólares australianos, cerca de R$ 2,76 milhões, no mercado mobiliário da Austrália com a subscrição de ações. O dinheiro será usado para "avançar agressivamente o projeto de grafite Toamasina, na região central de Madagascar, e para realizar as atividades iniciais de exploração no projeto de lítio Solonópole, no Brasil [Ceará]".

 

O projeto de grafite saprolítico Toamasina vai contar com um programa de sondagem com cerca de 100 furos e um total 3.000 metros para testar e estabelecer o volume de recursos em um raio de 1 quilômetro a 2,5 quilômetros da zona mineralizada já identificada com o uso de trincheiras em 2015. "Um programa de 1.000 metros de trincheiras vai examinar áreas adicionais de mineralização e colher amostras para testes metalúrgicos", diz a nota.

 

Em fevereiro, a Geológica Sondagens, uma subsidiária da Cougar no Brasil, enviou uma plataforma de sondagem para Madagascar, onde o equipamento vai realizar sondagens de circulação reversa. O equipamento chegou ao país africano em 22 de março, quando aguardava a liberação da alfândega.

 

No início de março, a Cougar informou que os trabalhos iniciais de exploração em Solonópole, no Ceará, tinham identificado quatro alvos para a realização de sondagens iniciais no projeto de lítio.

 

A subscrição, liderada pela GTT Ventures, ofertou 164 milhões de novas ações a serem emitidas pelo valor médio de 0,7 centavos de dólar australiano por ação, para captar 1,15 milhão de dólares australianos. Segundo o comunicado divulgado hoje, serão também vendidas opções que poderão ser exercidas a 1,5 centavo antes de 31 de março de 2018 e outras as serem exercidas a 1,7 centavo em março de 2019. A GTT recebeu ofertas que superam o valor inicial pretendido pela Cougar.

 

"Os últimos anos foram particularmente difíceis para o conselho, a diretoria e os acionistas da Cougar. Contudo, as aquisições recentes de grafite e lítio deram razões para otimismo e o suporte financeiro que temos recebido é um voto de confiança na perspectiva desses projetos. Estamos confiantes que esses projetos vão agregar valor significativo à Cougar e seus acionistas", disse Randal Swick, presidente do conselho e diretor-geral da Cougar, em nota.

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